De acordo com o dicionário, medicina é o“conjunto de conhecimentos relativos à manutenção da saúde, bem como à prevenção, tratamento e cura das doenças, traumatismos e afecções.”
Desde os primórdios, a busca por formas de curar doenças é uma das maiores preocupações de todas as pessoas. No entanto, foi no Sushruta, um texto indiano com mais de 6 mil anos, a primeira vez em que a medicina foi descrita como uma ciência e sua finalidade foi determinada como: curar doenças, proteger o saudável e prolongar a vida.
Embora suas bases e finalidade continuem as mesmas, os contínuos avanços científicos dentro do campo da medicina levaram a sua divisão em diversas especialidades, cada uma responsável por estudar ramos específicos dentro da ciência.
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Especializações médicas
Hoje existem dezenas de áreas médicas, cada uma contendo um amplo conhecimento que continua se expandindo e se dividindo. Essa segmentação é essencial para que os profissionais possam se especializar, realizar interconsultas com médicos capacitados em direcionar e adequar o melhor o tratamento para determinadas enfermidades. Afinal, é humanamente impossível reter o conhecimento referente a todos os mínimos detalhes que abrange a medicina.
Atualmente, existem 53 áreas médicas reconhecidas pelos órgãos competentes no Brasil. No entanto, apenas 7 especialidades concentram mais da metade de todos os profissionais registrados no país. São elas:
- Pediatria;
- Ginecologia e Obstetrícia;
- Cirurgia Geral;
- Clínica Médica;
- Anestesiologia;
- Medicina do Trabalho;
Para onde a medicina vai
O futuro tão sonhado engloba a solução para a maioria das doenças conhecidas, habilidade de substituir todos os membros ou órgãos em falência, realização de diagnósticos imediatos e aumento significativo da expectativa de vida. Embora esteja cada vez mais próximo de ser realizado, é impossível ilustrar como será, mas já podemos mapear alguns campos que serão responsáveis por levar a ciência para o próximo patamar.
Células-tronco
Mesmo esbarrando em barreiras éticas e religiosas, os avanços nesse campo continuam. Hoje o tratamento a base de células-tronco ainda não é uma realidade, mas a perspectiva é de que em alguns anos elas possam ser usadas para o tratamento de várias doenças consideradas incuráveis e para a regeneração de órgãos.
Inteligência artificial
A inteligência artificial não veio para substituir o médico, mas para tornar o diagnóstico mais eficiente e corroborar com o tratamento. As possibilidades de como ele poderá fazer isso são ilimitadas.
Monitoramento em tempo real
O uso de
weareables capazes de realizar o monitoramento de funções vitais já é uma realidade. No entanto, a expectativa é que esses dispositivos possam se conectar com um sistema unificado e gerar alertas sobre o aparecimento de quadros clínicos em tempo real. Quer saber mais sobre o assunto? Leia o artigo:
Wearables: saiba por que esses dispositivos são o futuro damedicina
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