VITAMINA D E O CÂNCER DE CÓLON
Estudos já mostraram que a pouca exposição ao sol pode levar à carência de vitamina D, fato que, com a urbanização, está se tornando cada vez mais comum, até mesmo em países tropicais como o Brasil.
É bem conhecida a relação da redução desta vitamina com a osteoporose, e estudos recentes têm mostrado relações com outras doenças, como hipertensão, diabetes e também o câncer de cólon. A análise foi feita pela Agência Internacional de Investigação do Câncer em Lyon (França) e do Imperial College de Londres, e indicou que entre as pessoas com maiores níveis de vitamina D, o risco de sofrer de câncer de cólon diminui em 40%.
Os fatores de risco atualmente conhecidos para o surgimento do tumor incluem uma dieta com pouca fibra e muita gordura. Além disso, vitaminas com efeito antioxidante têm efeito protetor. Outros fatores predisponentes são a presença de pólipos (adenomas) e doença inflamatória intestinal (retocolite ulcerativa e doença de Crohn).
Em famílias com a polipose adenomatosa familiar, que consiste em uma quantidade maior de 100 pólipos, a chance de desenvolver o tumor é de 100% aos 40 anos. Acompanhamento e rastreamento constante são necessários em indivíduos com essa história familiar.
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